Ex Presidente da APG UFPA Assume a Vice-Presidência Norte da ANPG
João Marcelo é Vice-Presidente Norte da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG).

Com um histórico de envolvimento na representação estudantil que inclui a atuação como coordenador de administração do Centro Acadêmico de Física da UFPA (CAFIS/UFPA), João Marcelo presidiu a Associação de Pós-Graduandos da Universidade Federal do Pará (APG-UFPA). Na APG, liderou uma gestão marcada pela reestruturação institucional e pela ampliação de direitos. Sob sua liderança, o estatuto da entidade foi reorganizado, modernizando a base jurídica da associação. Um dos marcos de sua atuação foi a defesa pela inclusão dos pós-graduandos em editais de assistência estudantil, assegurando suporte financeiro e permanência acadêmica para a categoria.
No âmbito da infraestrutura e inclusão, inaugurou a nova sede da APG-UFPA (Bloco D, Sala D1) e viabilizou a participação de estudantes de baixa renda no programa Pró-Línguas, oferecendo auxílio para o aprendizado de novos idiomas.
Representou a UFPA em instâncias estaduais e nacionais, com destaque para a participação como delegado no Conselho Nacional de Pós-Graduandos em Salvador (BA), em novembro de 2025, integrando uma comitiva de cinco representantes. Além disso, foi voz ativa no Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE) e nas campanhas nacionais de direitos dos pós-graduandos organizadas pelo movimento Ação pela Ciência, do qual é membro integrante.
A atuação orgânica em entidades como as APGs e a Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) desempenha um papel central na defesa da ciência e da educação pública. Em âmbitos estadual e nacional, essas associações são os principais instrumentos de articulação para o diálogo com agências de fomento, reitorias e instâncias governamentais, buscando a valorização dos pesquisadores e a garantia de condições adequadas para a produção científica no Brasil.
O fortalecimento dessas instâncias de representação reflete-se diretamente em vitórias coletivas recentes, com destaque para a conquista da aprovação dos direitos previdenciários para os pós-graduandos. Essa aprovação demarca um avanço histórico no reconhecimento da pesquisa como trabalho, assegurando proteção social, contagem de tempo de contribuição e maior segurança para uma categoria que é fundamental no desenvolvimento científico e social do país.
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